Duas foram presas

Atualizado terça-feira, 04/07/2017 |09:26

Em Assú mulher engole drogas para tentar se livrar da prisão em flagrante

A equipe de policiais civis diligenciava pela cidade de Assú para apuração dos crimes ocorridos no final de semana quando, ao passar por um imóvel no Dom Eliseu viu uma movimentação intensa de suspeitos


A Polícia Civil do Assú ainda está em diligência para finalizar as prisões em flagrante de duas conhecidas como traficantes na cidade.  Dayane Christina do Nascimento Silva (19) e a veterana Maria do Socorro Nogueira (44). A equipe de policiais civis diligenciava pela cidade de Assú para apuração dos crimes ocorridos no final de semana quando, ao passar por um imóvel localizado na rua Eduardo Corcino, no bairro Dom Eliseu, já insistentemente denunciado como ponto de venda de drogas -, viu uma movimentação intensa de suspeitos no local, o que levou a abordagem de todos. A informação foi dada pelo delegado de Polícia Civil local Cidorgeton Pinheiro. A autoridade policial acrescentou que, no imóvel foi apreendida uma pequena porção de maconha que estava com um adolescente de 17 anos, bem como diversos sacos plásticos comumente usados para embalar drogas, além de “cachimbos” para o uso de crack.  Ocorre que, conforme informações repassadas, as traficantes do local costumam manter em seus corpos pequenas quantidades de drogas, pois já cientes de os policiais masculinos não realizariam a revista e a busca pessoal, além de tentarem, em razão da pouca quantidade, se apresentar como meras usuárias. Entretanto, policiais civis femininas foram acionadas para realizar a ação e, no desespero, a traficante Dayane Christina do Nascimento Silva engoliu algumas pedras de crack que escondia em suas partes íntimas. Extremamente agitadas, a equipe suspeitou da postura das suspeitas, levando-as para realizar o exame de Raio-X que confirmou a ingestão de, aparentemente, de seis ou sete pedras de crack. Também no imóvel usado como ponto de venda de drogas foi recolhida uma criança de 10 anos de idade, filha de Maria do Socorro Nogueira, sendo a mesma já possivelmente dependente química da cannabis sativa (maconha), o que imporá um acompanhamento mais próximo do pai e do Conselho Tutelar no tratamento da criança. O local também era usado como ponto de prostituição, além de haver uma ligação clandestina para fornecimento de água. A dupla foi atuada em flagrante por tráfico de drogas, associação para o tráfico, furto (da água), corrupção de menores e por submeterem criança à situação constrangedora.