Violência

Atualizado terça-feira, 12/07/2016 |19:51

Assú registrou três mortes provocadas por arma de fogo em quatro dias

Em menos de uma semana a quantidade de mortes violentas na cidade passou de 7 para 10 neste ano


A cidade de Assú que diariamente tem sido destaque na crônica policial pelo número quase incalculável de assaltos também tem testemunhado nos últimos quatro dias uma onda de homicídios o ponto mais alto onde a violência pode chegar. Foram três pessoas que tiveram suas vidas ceifadas em menos de uma semana. Em todos os casos foi empregado o suo de arma de fogo. O primeiro crime da série se deu no último sábado, dia 09 de julho. Os demais aconteceram nesta terça-feira (12).

Primeiro homicídio

No final da tarde do último sábado na Lagoa do Ferreiro de Fora, Reginaldo Romão de Oliveira (26) foi morto a tiros em um bar por duas pessoas que chegaram ao local onde a vítima estava a bordo de uma motocicleta, efetuaram os disparos e fugiram em seguida. A vítima tinha pesando sobre si a acusação de um assassinato praticado contra um agente de saúde em 2013 na comunidade rural de Morada Nova também em Assú.

Segundo homicídio

A segunda morte foi no início da tarde desta terça-feira, dia 12 de julho quando José Camilo de Medeiros foi morto a tiros dentro de casa na Rua Aldemar de Sá Leitão, bairro São João. ‘Bola de Ouro’ como era conhecida a vítima tinha 52 anos de idade e segundo o seu irmão Francisco Carlos de Medeiros a família desconhece qualquer razão que pudesse justificar o crime.

Terceiro homicídio

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O terceiro homicídio por arma de fogo em quatro dias na cidade polo do Vale do Açu vitimou José Paulino da Silva. Informações colhidas no local junto a testemunhas dão conta que este encontrava- se jogando baralho quando foi surpreendido por duas pessoas que tentaram contra a sua vida.

‘Paulinho do Gesso’ como José Paulino era conhecido tentou escapar dos seus algozes entrando numa casa, mas ao chegar ao quintal do imóvel foi alcançado e morto de forma impiedosa. Os autores do crime fugiram sem deixar pistas para a polícia que esteve no local fazendo os primeiros levantamentos.